sábado, 11 de fevereiro de 2017

Afinal, cultura é prioridade ou não em Caxias do Sul? Jornal O Pioneiro 11/02/2017

Após anunciar cortes para eventos históricos, Daniel Guerra coloca ponto de interrogação no futuro da produção cultural da cidade. Veja o que dizem estudiosos

Imagem dos clientes sentados em cadeiras nas caçambas de caminhões em frente o Bar Zanuzi 
correu o Brasil e gerou reações bem-humoradas e irônicas nas redes sociais
Foto: Marcelo Casagrande / Agencia RBS

Cultura não é 'dinheiro morto'

Os especialistas ouvidos pelo Pioneiro são unânimes em concordar que os eventos têm realmente de buscar a independência das verbas do Executivo e serem autossustentáveis.  

(...)

O turismólogo e pesquisador Ernani Viana da Silva Neto pondera também que a cultura não é uma área com "dinheiro morto", e que apostar nela é benéfico para a própria população, que consome e deixa recursos que são revertidos para o desenvolvimento da cidade:

A prefeitura tem de fomentar o ambiente para que as coisas aconteçam, para que a produção circule, e ser a mediadora da convivência. A cultura é estratégica para qualquer gestão porque ativa a economia, não é dinheiro morto. Não fosse assim, não teria uma secretaria.

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