segunda-feira, 3 de julho de 2017

INRC do Caboclinho




Caboclinho 7 Flechas - Festa da Lavadeira 2009 - Praia do Paiva, Cabo de Santo Agostinho - PE, Brasil. Por Ernani Viana Neto

Leonardo Leal Esteves
PPGA – UFPE/Pernambuco

Trabalho apresentado na 29ª. Reunião Brasileira de Antropologia, realizada entre os dias 03 e

06 de agosto de 2014, Natal/RN.

REVISTA CONTINENTE

sábado, 3 de junho de 2017

II ARRAIÁ BAQUE DOS BUGRES


II ARRAIÁ BAQUE DOS BUGRES

O Maracatu Baque dos Bugres produz em Caxias do Sul, pelo segundo ano consecutivo, seu Arraiá. Inspirado no tradicional festejo junino do Nordeste, este que é uma das expressões mais marcantes do nosso Brasil Profundo, a Serra Gaúcha terá a festa, o brilho e a alegria de uma noite de São João mais uma vez.
Nesta edição homenagearemos os escultores que fazem do barro a representação da vida, dos costumes, das funções laborais e artísticas da gente nordestina que espalhou pelo país seu sotaque carregado, sua força de vontade e sua forma de festejar.
Venha festejar conosco essa noite linda de viver!

FICHA TÉCNICA

QUADRILHA DE LÁ PRA CÁ
Coordenação e Coreografia: Vanessa Carraro e Tonico de Ogum.

LICURI SAMBA DE COCO
Bruno Ortiz, Samir Tuffy, Marielle Costa, Cris Schimitz, Eduardo Cordeiro e João Viegas.

MARACATU BAQUE DOS BUGRES
João Viegas: Regência
Alexandre Scopel: gonguê
Monique Rocco: agbe e mineiro
Renata Pontalti: agbe e mineiro
Maysa Stedile: agbe e mineiro
Tina Andrigheti: mineiro
Ernani Viana Neto: mineiro
Pepe Pessoa: mineiro
Cris Schmitz: atabaque e mineiro
Cris Betta: caixa
Bruno Ortiz: caixa
Marcelinho Silva: caixa e atabaque
Dinarte Paz: caixa
Tonico de Ogum: atabaque e caixa
Samir Tuffy: alfaia
Marcus Comandulli: alfaia
Haike Beck: alfaia
Jeison Ariotti: alfaia
Angela Pimentel: alfaia
Marielle Costa: alfaia

CATIRINAS
Coordenação: Vanessa Carraro Armiliato
Pâmela Cervelin Grassi
Paula Cervelin Grassi
Danusa Brandão
Francieli Malezan
Roberto Ribeiro
Daiana Severo Fetter
Jéssica Maisner

DJ’s
Jhonny Boaventura e Moises Oliveira

II Arraiá do Baque dos Bugres
ONDE: UAB Cultural - R. Luís Antunes, 80 - Panazzolo
QUANDO: 24 de Junho, Sábado
HORÁRIO: A partir das 19h
INGRESSOS: R$ 10,00
OUTRAS INFORMAÇÕES: (54) 99116 9142 - WhatsApp

Direção de Arte: Samir Tuffy
Release: Ernani Viana Neto
Produção: Pepe Pessoa


Adequado para Crianças

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Narrativas em Movimento - Rumos Itaú Cultural 2015-2016


Fortalecer a visão do alagoano sobre sua terra e sua riqueza cultural é o principal objetivo do projeto Narrativas em Movimento, do Grupo Núcleo Zero – um dos selecionados do Rumos Itaú Cultural 2015-2016. A ação, que teve início no dia 10 de novembro de 2016, foi realizada a partir de um veículo adaptado com um pequeno estúdio audiovisual que projetara as narrativas do povo em espaços públicos e prédios históricos.

O documentarista Werner Salles, um dos integrantes da equipe, destaca que Alagoas é um dos estados do país que mais abrigaram episódios históricos importantes, mas que a população não os reconheceu como patrimônio nem desenvolveu um sentimento de pertencimento a uma cultura expressiva. “Tal processo tem efeitos diversos, influenciando, entre outros aspectos, a relação da população com os espaços urbanos e a arquitetura”, diz. “Nessas cidades que visitaremos, muitos moradores não compreendem a necessidade de preservar o patrimônio arquitetônico, muitas vezes perdendo a chance de explorar comercialmente o potencial turístico que uma cidade histórica costuma possuir.”

Fonte: Itaú Cultural 

sexta-feira, 19 de maio de 2017

CLACSO - Antologías del pensamiento social latinoamericano y caribeño


“La colección Antologías del Pensamiento Social Latinoamericano y Caribeño es un emprendimiento editorial de CLACSO destinado a promover el acceso a la obra de algunos de los más destacados autores de las ciencias sociales de América Latina y el Caribe.
En su primera etapa, la colección constará de 50 títulos, entre volúmenes individuales y compilaciones, reuniendo el aporte de más de 350 autores y autoras de diversos campos disciplinarios, países y perspectivas teóricas.
Se trata de una iniciativa editorial sin precedentes por su magnitud y alcance. Todas las obras estarán en acceso abierto y podrán ser descargadas gratuitamente en la Librería Latinoamericana y Caribeña de Ciencias Sociales y en la Biblioteca Virtual de CLACSO, democratizando una producción académica fundamental que, con el paso del tiempo y debido a las limitadas formas de distribución editorial en nuestra región, tiende a ser desconocida o inaccesible, especialmente para los más jóvenes.
Además de su versión digital, la colección Antologías del Pensamiento Social Latinoamericano y Caribeño será publicada también en versión impresa. Como CLACSO siempre lo ha hecho, reconocemos la importancia del libro como uno de los medios fundamentales para la difusión del conocimiento académico. Particularmente, enfatizamos la importancia de que ciertos libros de referencia, como los que constituyen esta colección, formen parte de nuestras bibliotecas universitarias y públicas, ampliando las oportunidades de acceso a la producción académica rigurosa, crítica y comprometida que se ha multiplicado a lo largo del último siglo por todos los países de América Latina y el Caribe.
Poniendo a disposición de todos el principal acervo intelectual del continente, CLACSO amplía su compromiso con la lucha por hacer del conocimiento un bien común, y con la promoción del pensamiento crítico como un aporte para hacer de las nuestras, sociedades más justas y democráticas.”

Pablo Gentili

Director de la Colección

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segunda-feira, 24 de abril de 2017

A descoberta da Amazônia pelos Turcos Encantados (2005) - Documentário


Despertou-me a curiosidade em saber qual livro seria este que o Mestre Walter, da Nação do Maracatu Estrela Brilhante do Recife, se refere no trecho da música “Cantigas de Encantaria” do trabalho PontoBR que segue logo abaixo. “O meu pai me deu um livro/ Que eu estudava noite e dia/ Pra mim saber o segredo/ Das três virgens da Turquia”  Sabendo de antemão que a religiosidade oriunda dos nativos indígenas e dos negros escravizados não possui uma codificação litúrgica escrita, procurei por tal referência. O que achei foi o documentário “A descoberta da Amazônia pelos Turcos Encantados”, de 2005, que me revelou todo o imaginário dos "Encantados" do norte do Brasil que se oriunda da luta entre Templários, Muçulmanos, Índios, escravizados e dos Sebastianos que aqui chegaram e se irmanaram de forma mágica. Mas uma história contada, vivida e cultuada em nossa brasilidade. Confira já!




A Descoberta da Amazônia pelos Turcos Encantados é um documentário que registra / recria o universo místico do Tambor de Mina, a mais poderosa religião afro-indígena da Amazônia. Segundo reza a tradição Mina, a Família Imperial Turca, desalojada da Terra Santa pela Primeira Cruzada, embarcou para a Mauritânia em busca de refúgio. Porém, na altura do Estreito de Gibraltar, atravessaram um Portal da Encantaria e se transportaram para uma outra dimensão do tempo e espaço, onde não existe morte, envelhecimento, dor, nem ódio: a Terra da Encantaria. Quatrocentos anos depois, os turcos liberados por suas princesas reapareceriam no litoral paraense começando um trajeto por onde cruzariam com várias famílias da Encantaria, desde os clãs indígenas, comandados por Velho Caboclo, até os nobres encantados de D. Sebastião e mais os orixás africanos, desembarcados nas costas do Grão-Pará e Maranhão em meados dos séculos XVII, acompanhando os primeiros escravos negros que por aqui desembarcaram.

A saga do Turcos Encantados é recriada através do narrador Baba Luiz Tayendó, sacerdote do Terreiro Toy Lissá, dos depoimentos e cantos de muitos outros pais, mães, filhos e filhas de santo, e de encenações com atores não profissionais, escolhidos entre os integrantes de diversos terreiros Mina, comunidades quilombolas e bairros pobres de Belém.

Fonte: Filmow

Bônus Tracks:

A Barca - Baião de Princesas - Casa Fanti Ashanti (2002)


01 - 00:00 "Minha Gente Venha Ver"
02 - 
01:43 "Mestre Reis dos Mestres Chegou"
03 - 
05:13 "A Sala Tá Cheia"
04 - 
08:22 "Tapuia Jacarandá"
05 - 
11:32 "Balão de Ouro"
06 - 
14:55 "Amor com Guerreiro"
07 - 
17:29 "Dindinha Luzia"
08 - 
18:39 "No Terreiro de Vovó Luzia"
09 - 
20:32 "Tapindaré"
10 - 
23:09 "Alumiou"
11 - 
25:45 "Eu Só Vim Aqui"
12 - 
28:34 "Tombador"
13 - 
31:15 "Ana Mora na Cacimba"
14 - 
36:37 "Vassourá"
15 - 
37:46 "Cranguejinho"
16 - 
40:19 "Jurarazinho"
17 - 
42:06 "Guará Mirim"
18 - 
43:57 "Periquitinho"
19 - 
45:37 "Lá Na Aldeia"
20 - 
48:37 "Eu Sou Bem Pequenininha"
21 - 
50:40 "A Mamãe Tá Chorando"
22 - 
53:54 "Menina da Gameleira"
23 - 
56:17 "Flor Jurema"
24 - 
59:13 "Chica Nana Painana"
25 - 
1:01:15 "Camida de Renda"
26 - 
1:03:36 "O Tempo Foi o Meu Mestre"
27 - 
1:06:00 "No Mar Ele é Um Peixe"
28 - 
1:08:36 "O Baião Já Vai Fechar"

terça-feira, 4 de abril de 2017

Apresentação no Órbita Literária 196 Lêdo Ivo


O Grupo Cultural Órbita Literária, convida para a
ÓRBITA LITERÁRIA 196:

Lêdo Ivo
O Imortal do mormaço e
das ruas tortas de Maceió-AL


Ministrante: Ernani Viana da Silva Neto*


Lêdo Ivo foi crítico literário, memorialista, jornalista, ensaísta, poeta, romancista, tradutor e cronista. Nasceu em 18 de fevereiro de 1924 em Maceió-AL, vindo a falecer em Sevília, Espanha, em 23 de dezembro de 2012. Depois de nove tentativas consecutivas foi aclamado, em 1986, para ocupar a cadeira de número 10 da Academia Brasileira de Letras, sucedendo Orígenes Lessa. Foi pertencente da Geração de 45, considerado por muitos como a melhor expressão desta.
João Cabral de Melo Neto considera que a função autoral dos poetas pertencentes ao grupo de 45 servisse como extensão inventiva dos poetas e escritores dos anos 30, muito embora esta linha histórica rompesse com a anarquia linguística dos primeiros modernistas, que desse voz novamente a tradição lírica e que pusesse novamente o “sublime contra o prosaico”; o “universal contra o nacional ou o regional” e o “inefável contra o tangível” colocando as potencias individuais em evidencia na caracterização dos versos, dos ritmos, dos estilos e na musicalidade das obras de cada poeta.
Neste sentido, Lêdo Ivo ganha distinção ao aliar os elementos imaginativos e vividos em sua terra natal com o rigor estilístico das mais diversas escolas, o que o fez entrar para história como poeta universal e alagoano. Ao observar as particularidades telúricas de Lêdo Ivo, Ivan Junqueira identifica a partir de um de seus marcos poéticos, o livro Finisterra (1972), enquanto: “ [...] uma das obras mais importantes de toda poesia brasileira que se escreveu na segunda metade no século XX. É por assim dizer, o livro que marca o regresso definitivo do autor as suas origens e, talvez, o mais comovido dentre os que nos deixou até agora.” além do endosso de Valter Hugo Mãe quando este mesmo afirma que: “Lêdo Ivo é um dos melhores poetas do mundo e quase me mata de delicadeza”


*Ernani Viana da Silva Neto é Turismólogo e Pesquisador Cultural.
SERVIÇO - Órbita Literária 
196                                                                                                             
Painelista: Ernani Viana da Silva Neto
Tema: Lêdo Ivo: O Imortal do mormaço e das ruas tortas de Maceió-AL
Dia: 3 de abril de 2017, segunda-feira, às 20 horas
Local: Livraria e Café Do Arco da Velha
Rua Dr. Montaury, 1570, Centro, Caxias do SulRS Tel.: (54) 3028 1744

Entrada franca



 

Livro, Revista e Vídeos sobre Lêdo Ivo
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Professora de Literatura Portuguesa na Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Luiza Nóbrega é mais conhecida por seus estudos sobre Os lusíadas, com tese publicada no Brasil e em Portugal. Agora, com Quero ser o que passa, a pesquisadora retorna à Literatura Brasileira, dedicando minucioso estudo à poesia de Lêdo Ivo.
Como a passante baudelairiana, Lêdo encanta pelo dinamismo. Flâneur, realiza constantes viagens, participando ativamente da vida literária brasileira e internacional. Seu cosmopolitismo de pronto desmente o apodo de regionalista, com que liminarmente se batizaram muitos autores nordestinos que tentaram carreira no Rio de Janeiro de meados do século XX. Tal versatilidade reflete-se em sua obra vasta e diversificada, repartida em poesia, ficção, crítica, memória e tradução.
É comumente apontado como integrante da Geração de 45, juízo que, todavia, merece matizamento. Sua alegada adesão àquele ideário se justifica mais devido à contingência cronológica do que em virtude de congruência estética. Contra os epígonos do Modernismo de 1922, muitos poetas de 1945 cultuavam as formas fixas, a regularidade métrica, a concisão vocabular, dentre outros aspectos configuradores de uma escrita que se pode chamar de apolínea, cujo paradigma é João Cabral de Melo Neto. Embora infenso à diluição modernista e também exímio autor de sonetos, de odes e de elegias (palavras presentes em títulos de seus livros), Lêdo Ivo extrapola a fixidez formal e com grande frequência se lança, por exemplo, ao verso livre, longo e respiratório e até ao poema em prosa, sendo, por vezes, acusado de excesso verbal. Sintomaticamente, foi o primeiro tradutor brasileiro de Rimbaud, poeta interessado em “fixar vertigens”.
De extração subjetiva, a poesia do escritor alagoano possui nítida inclinação metafísica, rastreando balizas para a identidade fugidia, em permanente sondagem existencial dos mistérios humanos e cósmicos. Sua literatura interiorizada tem na pluralidade expressão possível das nuanças subjetivas: o tempo, por exemplo, se acumula em ruínas, ferrugens, escombros e em outros palimpsestos escavados pela inquietude do poeta. Disso também decorre a versatilidade expressiva, com os diferentes gêneros e formas e, no âmbito textual, com a ostensiva pluralização (seu primeiro livro intitula-se As imaginações). A forma não é, portanto, credencial do poema, mas a encenação do esforço de exprimir o indizível; deixa de ser formato para revelar-se gestação. Não por acaso, um de seus títulos é Acontecimento do soneto, conjugando o apuro formal à celebração encantatória.
É a essa poesia de amplitude extrema, deslizando das lacraias à lua, dos mangues à Via-Láctea,que Luiza Nóbrega se dedica com atenção e sen­sibilidade neste ensaio sobre Lêdo Ivo.

Gilberto Araújo Doutorando em Literatura Brasileira na Universidade Federal do Rio de Janeiro e pesquisador da Academia Brasileira de Letras. Autor de Melhores crônicas de Humberto de Campos (Global, 2009) e Júlio Ribeiro (ABL, 2011), entre outros títulos.


Soneto do Amor Condenado

Quem ama desama
toda vez que ama
e converte o gelo
em túrgida chama

e converte o rogo
da garganta rouca
em cifra de fogo
inscrita na cama.

Quem ama não ama
toda vez que ama.
O amor sempre fica
na beira da cama:

flama que não queima,
peixe sem escamas.

Do livro Crepúsculo Civil, de 1990. In Lêdo Ivo: Poesia Completa (1940 – 2004), de 2004, p. 808.


Musicalizado por Mácleim em 2012

quinta-feira, 30 de março de 2017

Lêdo Ivo: O Imortal do mormaço e das ruas tortas de Maceió-AL


O Grupo Cultural Órbita Literária, convida para a
ÓRBITA LITERÁRIA 196:

Lêdo Ivo
O Imortal do mormaço e
das ruas tortas de Maceió-AL


Ministrante: Ernani Viana da Silva Neto*


Lêdo Ivo foi crítico literário, memorialista, jornalista, ensaísta, poeta, romancista, tradutor e cronista. Nasceu em 18 de fevereiro de 1924 em Maceió-AL, vindo a falecer em Sevília, Espanha, em 23 de dezembro de 2012. Depois de nove tentativas consecutivas foi aclamado, em 1986, para ocupar a cadeira de número 10 da Academia Brasileira de Letras, sucedendo Orígenes Lessa. Foi pertencente da Geração de 45, considerado por muitos como a melhor expressão desta.
João Cabral de Melo Neto considera que a função autoral dos poetas pertencentes ao grupo de 45 servisse como extensão inventiva dos poetas e escritores dos anos 30, muito embora esta linha histórica rompesse com a anarquia linguística dos primeiros modernistas, que desse voz novamente a tradição lírica e que pusesse novamente o “sublime contra o prosaico”; o “universal contra o nacional ou o regional” e o “inefável contra o tangível” colocando as potencias individuais em evidencia na caracterização dos versos, dos ritmos, dos estilos e na musicalidade das obras de cada poeta.
Neste sentido, Lêdo Ivo ganha distinção ao aliar os elementos imaginativos e vividos em sua terra natal com o rigor estilístico das mais diversas escolas, o que o fez entrar para história como poeta universal e alagoano. Ao observar as particularidades telúricas de Lêdo Ivo, Ivan Junqueira identifica a partir de um de seus marcos poéticos, o livro Finisterra (1972), enquanto: “ [...] uma das obras mais importantes de toda poesia brasileira que se escreveu na segunda metade no século XX. É por assim dizer, o livro que marca o regresso definitivo do autor as suas origens e, talvez, o mais comovido dentre os que nos deixou até agora.” além do endosso de Valter Hugo Mãe quando este mesmo afirma que: “Lêdo Ivo é um dos melhores poetas do mundo e quase me mata de delicadeza”

* Ernani Viana da Silva Neto é Turismólogo e Pesquisador Cultural. http://ernaniviana.blogspot.com.br/

SERVIÇO - Órbita Literária 196


                                                                               

Painelista: Ernani Viana da Silva Neto
Tema: Lêdo Ivo: O Imortal do mormaço e das ruas tortas de Maceió-AL
Dia: 3 de abril de 2017, segunda-feira, às 20 horas
Local: Livraria e Café Do Arco da Velha
Rua Dr. Montaury, 1570, Centro, Caxias do SulRS Tel.: (54) 3028 1744

Entrada franca

Contato: grupoculturalorbitaliteraria@gmail.com  | https://www.facebook.com/orbitaliteraria/





Programação de Abril de 2017




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